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Plano

Os 9 passos para montar um plano para lidar com o aumento de demanda dos serviços de saúde

Os serviços de saúde normalmente já funcionam perto de sua capacidade máxima. São, infelizmente, comuns as notícias de demora no atendimento e inclusive de mortes e complicações por conta da superlotação hospitalar.

Os hospitais possuem 2 grandes desafios: (1) lidar com a lotação sistêmica, que já ocorre no dia a dia e (2) se preparar para um pico de demanda, causada por fatores externos (como por exemplo, uma epidemia).

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Como preparar seu hospital para uma sobrecarga

As sobrecargas em sistemas de saúde são um problema em todo o mundo. Os EUA lidam com isso e outros países, que servem de modelo para o Brasil, também. O Canadá já reportou diversas notícias sobre serviços de Urgência e Emergência de Quebec mostrando tempos de espera notoriamente longos: 35% dos pacientes adultos esperam 5 horas ou mais pelos cuidados.

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Urgências

Sobrecarga em sistemas de saúde, EUA

As sobrecargas em sistemas de saúde são um fenômeno sistêmico e não são novidade.

Em 2006, o Instituto Americano de Medicina com a contribuição da Diretoria de Serviços de Saúde e do Comitê sobre o Futuro dos Cuidados de Emergência no sistema de saúde dos Estados Unidos iniciaram foros de discussão para examinar o sistema de atendimento de emergência e explorar seus pontos fortes, limitações e desafios futuros. Descrever uma visão desejada e recomendar estratégias necessárias para alcançar essa visão foi a tarefa definida para examinar todo o escopo do atendimento de emergência.

Doctor wheeling patient

 

As conclusões e recomendações do Comitê são apresentadas nos relatórios: Future of Emergency Care que como um todo une os sistemas pré-hospitalar e hospitalar, muitas vezes fragmentados e buscam uma visão comum para o futuro dos cuidados de emergência.

 

O diagnóstico apresentado apontava para uma crescente crise nacional:

 

  1. Os departamentos de emergência estavam frequentemente sobrecarregados, com pacientes muitas vezes esperando ou sendo assistidos em corredores e com horas de espera e até mesmo dias para serem admitidos em leitos de internação.
  2. As salas de emergência geralmente superlotadas dificultavam o cuidado de pacientes tão rapidamente quanto necessário e ambulâncias podiam ser desviadas recusando novos pacientes, com consequente aumento da morbimortalidade.
  3. Em muitos estados americanos, as equipes das ambulâncias não dispunham de meios para determinar qual o hospital poderia prestar o melhor atendimento a um paciente. Os pacientes eram levados para o hospital mais próximo que nem sempre possuía os recursos necessários aos cuidados.
  4. Os prestadores de serviços de emergência de diferentes instituições concorriam entre si pelos pacientes, e a legislação variava de região para região, dificultando o estabelecimento de um sistema mais eficiente e integrado.
  5. Em algumas áreas a tarefa do sistema de emergências era composta por atividades adicionais: fornecer serviços não emergentes e cuidados para muitos dos milhões de americanos sem seguro de saúde, muitos deles de baixo risco.
  6. O sistema não estava preparado para lidar com emergências em grande escala, seja um desastre natural, uma pandemia de gripe ou um ato de terrorismo.

Todo este trabalho foi compilado em livros que são leitura importante para os gestores de cuidados de emergência, profissionais e formuladores de políticas que buscam solucionar as deficiências nos sistemas de atendimento de emergência, pois consolidam relatório aprovado pelo Conselho Diretor do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos.

 

Para lidar com a sobrecarga em sistemas de saúde é necessário o estabelecimento de planos com níveis de atendimento. Há que se estabelecer funções especificas para os colaboradores, e um processo de ativação do plano, para mudar o modo normal de funcionamento do hospital, ativando um plano de múltiplas vítimas.

 

O Brasil apresenta uma situação bastante similar. Veja em: https://www.linkedin.com/pulse/superlotacao-dos-servicos-de-urgencia-esta-matando/

 

Quer saber mais? Acesse www.redec.com.br/smvsim



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